Não é novidade que não só o Brasil, mas o mundo, está passando por um momento de instabilidade, e em períodos assim, algumas coisas sempre se repetem.
Vocês ouviram falar sobre a valorização do ouro e da prata recentemente?
Em 22 de janeiro de 2025, a prata era cotada a US$ 31, um ano depois, em 22 de janeiro de 2026, atingiu US$ 102. O preço do ouro passou de US$ 2.792 para US$ 4.913 na mesma janela de tempo.
Resumindo em palavras para aquelas que não se dão muito bem com cálculos, como eu, a prata disparou 224,98% em um ano! Acima dos 75,65% de valorização do ouro no mesmo período.
O que acontece é que quando o dinheiro perde força, quando o futuro parece incerto, o valor migra para o que é real, finito e durável. Metais preciosos sempre foram esse lugar de segurança — usados por civilizações, economias e culturas como reserva de valor.
A prata e o ouro não podem ser fabricados, acelerados ou substituídos. Sua extração é lenta, complexa e cada vez mais limitada.
Ao mesmo tempo, a demanda cresce — seja como proteção financeira, seja como matéria essencial para tecnologia e energia. A prata é muito usada nos setores de tecnologia e medicina por exemplo: quem aí tem DIU de cobre com prata levanta a mão 👆🏻
É por isso que na Soltora, sempre escolhemos trabalhar com prata 925 e banho de ouro 18k. O motivo é claro: são materiais que preservam valor ao longo do tempo.
Em um cenário de valorização contínua dos metais preciosos, adquirir uma joia hoje também significa investir o seu dinheiro a longo prazo. Prata e ouro acompanham o tempo, atravessam ciclos econômicos e mantêm relevância independentemente de tendências.
Nossas joias são pensadas para uso constante, durabilidade e permanência. São peças que não perdem sentido, não envelhecem com a moda e podem acompanhar diferentes fases da vida.
Comprar na Soltora hoje é investir em matéria real, design autoral e qualidade que permanece.

